terça-feira, 21 de julho de 2009

O Dia do Amigo foi adotado em Buenos Aires, na Argentina,
e foi gradualmente adotado em outras partes do mundo.
A data foi criada pelo argentino Enrique Ernesto Febbraro.
Ele se inspirou na chegada do homem à lua,
em 20 de julho de 1969, considerando a conquista
não somente uma vitória científica,
como também uma oportunidade de se fazer amigos
em outras partes do universo.
Assim, durante um ano, o argentino divulgou o lema
"Meu amigo é meu mestre, meu discípulo e meu companheiro".
Aos poucos a data foi sendo adotada em outros países e hoje,
em quase todo o mundo, o dia 20 de julho é o Dia do Amigo,
é quando as pessoas trocam presentes,
se abraçam e declaram sua amizade umas as outras.
(Wikipédia)

A amizade é um bem maior, em qualquer lugar do mundo.
A estes amigos maiores qualquer dia é o dia da companhia,
da solidariedade, da ternura, do encantamento, da escuta,
da compreensão, da disponibilidade e do colo.
Coisa maravilhosa é ter um amigo.
Como diria meu pai querido, "FORMIDÁVEL".

E Vinícius escreveu como ninguém:


SONETO DO AMIGO

Enfim, depois de tanto erro passado
Tantas retaliações, tanto perigo
Eis que ressurge noutro o velho amigo
Nunca perdido, sempre reencontrado.
É bom sentá-lo novamente ao lado
Com olhos que contêm o olhar antigo
Sempre comigo um pouco atribulado
E como sempre singular comigo.
Um bicho igual a mim, simples e humano
Sabendo se mover e comover
E a disfarçar com o meu próprio engano.
O amigo: um ser que a vida não explica
Que só se vai ao ver outro nascer
E o espelho de minha alma multiplica...
(Vinícius de Moraes)







Este por do sol vai para Mina,
querida amiga;
ela entenderá,
pois hoje tivemos certeza
que a verdadeira amizade nunca vai embora!
Também te adoro Mina,
me destes muito com tua generosidade.

domingo, 19 de julho de 2009

CINEMA - "A ALEGRIA DE EMMA"

Baseado no livro da escritora alemã Claudia Schreiber,
este filme alemão, de 2006, é imperdível.
Fala do amor, da essencia desse sentimento sublime
que facilmente nos tira do ar, e nos leva por caminhos que nunca imaginávamos ir.
Amar traz-nos também a possibilidade do sofrimento, da dor, do abandono,
mas nem assim o evitamos, pois amar também nos engrandece, nos transforma, nos rejuvenesce, nos faz melhores pessoas, nos completa.
É um filme alegre, terno, engraçado, que nos emociona e faz-nos surpreender a cada cena.
Mostra a simplicidade do amor, a entrega e nos remete a velha pergunta, o que é o amor?
É preciso vê-lo, simplesmente!
Canção

Pus o meu sonho num navio
e o navio em cima do mar;
- depois, abri o mar com as mãos,
para o meu sonho naufragar
Minhas mãos ainda estão molhadas
do azul das ondas entreabertas,
e a cor que escorre de meus dedos colore as areias desertas.
O vento vem vindo de longe,
a noite se curva de frio;
debaixo da água vai morrendo
meu sonho, dentro de um navio...
Chorarei quanto for preciso,
para fazer com que o mar cresça,
e o meu navio chegue ao fundo e o meu sonho desapareça.
Depois, tudo estará perfeito;
praia lisa, águas ordenadas,
meus olhos secos como pedras
e as minhas duas mãos quebradas.
Cecília Meireles

Ah! saudades dos pés de jambo,
daqueles da minha infância.
Encarnados no chão e entre folhas.
Ah! saudades daqueles jambos,
carnudos, brancos e doces,
Ah! saudades do tempo
Dos jambos,
Saudades!
















Cecília Meireles foi a primeira poetisa que li.
Grosso livro em papel bíblia, fascinante.
Tinha 13 anos e achava a poesia triste e bela.
Pensava na mágica das palavras poéticas
e de como elas atravessavam meu coração.
Homenagem a Cecília!

Poema da Ternura
Cecília Meireles
Se Tu fosses humano,
as minhas mãos viveriam tecendo carinhos e sedas,
para te darem trajes prodigiosos de lenda...
Se Tu fosses humano,
os meus olhos andariam acesos, noite e dia,
e tão postos em Ti que brilharias todo,
como quem se houvera coroado com o sol...
Se Tu fosses humano,
a minha boca seria fruto para a tua sede,
música de amor para o teu sono,
festa da Consolação para a tua tristeza...
Se Tu fosses humano,
eu seria o teu brinquedo de criança,
as tuas armas de guerreiro,
a flauta em que a tua velhice louvasse o próximo cerimonial da Morte...
Se Tu fosses humano,
ó Eleito, eu seria tudo, na tua vida...
Mas eu não sou nada...
Eu não sou nada mais que esta ansiedade impossível de ser
... ...........................................
Oh! pensar que, se Tu fosses humano,
as minhas mãos viveriam tecendo carinhos e sedas,
para te darem trajes de lenda, prodigiosos...

sábado, 18 de julho de 2009

PARATY - CHINA

"A literatura chinesa estreia na FLIP
com o escritor Ma Jian e a jornalista Xinran,
ambos radicados na Inglaterra,
cujos livros fazem retratos críticos de uma China
pouco condizente com a imagem de liderança global a que o país aspira.
Para a escritora Xinran, autora de "As boas mulheres da China",
as novas gerações estão desconectadas da história e das tradições do país.
Ela criticou a sede de novidade,
consumo e transformação por que passa o país.
Xinran comparou o país a um “retrato de Picasso”,
em que os elementos estão fora do lugar, como numa colagem.
Seu livro mais recente, Testemunhas da China,
traz depoimentos de chineses que viveram
a Revolução Cultural de Mao Tse-tung". (Blog FliP)

"As boas mulheres da China" é o título do livro
da jornalista chinesa Xinran
que foi apresentadora de um programa de rádio em Nanquim
até por volta de 1997, denominado "Palavras na brisa noturna".
Nele, discutia aspectos do cotidiano e dava conselhos aos ouvintes.
Fez tanto sucesso que começou a receber inúmeras cartas de mulheres,
contando os dramas pessoais. Xinran reuniu, nessa obra, algumas das histórias que chegaram ao conhecimento a partir daquelas correspondências.
São narrativas contundentes e chocantes a respeito da condição feminina
na China, sob o regime socialista.Em época de Revolução Cultural,
do presidente Mao Tse Tung, para um reafirmamento das ideias marxistas.
Trata-se do primeiro livro da autora, que é, atualmente,
professora na Universidade de Londres. (Wikipédia)

Assistí em pré-estreia a peça de Fabio Porchat,
"Palavras na Brisa Noturna" baseada no livro da escritora Xinran.
Apesar do teatro improvisado, a peça foi surpreendente.
A força, determinação e entusiasmo de Fabio Porchat e elenco,
foram emocionantes.
Encontrei duas das atrizes nas ruas de Parati e fiz-lhes o elogio merecido,
falando do meu entusiasmo com a força da interpretação.
Quem vê Fabio Porchat fazendo comédia em Zorra Total,
surpreende-se com o intimismo apresentado na peça.



"Fábio Porchat é ator, diretor e autor.
Com apenas 25 anos, formado pela CAL,
tem desenvolvido uma carreira ligada ao humor
com especial ênfase no estilo Stand up Comedy.
É roteirista da TV Globo há três anos.
Apesar da pouca idade, Fabio Porchat é ator de teatro,
roteirista do programa global “Zorra Total”,
apresentador e comediante do espetáculo “Comédia em Pé”,
que completa dois anos em agosto".

"
Flip 2009: Lágrimas para fazer pensar
O rosto lambuzado de lágrimas, Mayra Villela balançava a cabeça em sinal afirmativo enquanto ouvia as palavras de Xinran Xue.
Mayra é assistente de direção da peça "Palavras na brisa noturna",
um texto do carioca Fábio Porchat livremente inspirado no livro

"As boas mulheres da China" (Companhia das Letras).
A equipe da peça, se reuniu ontem com Xinran
numa pousada de Paraty para falar sobre as histórias recolhidas
e escritas por ela, fortes relatos sobre as vidas de mulheres chinesas
vítimas de violência. O que seria uma breve conversa de uma hora
virou um encontro emocionado, que se estendeu pelo almoço
e terminou com a escritora convidando todos a viajarem para a China.
Xinran disse que o importante do seu trabalho

é abrir uma possibilidade de mudança.
- Nunca me sinto como uma heroína por ter feito esse trabalho -

disse a jornalista, que teve que deixar a China por causa das histórias.
- O que sinto é que fiz muitas amigas, e, como amiga,
consegui fazer com que algumas dessas mulheres vivessem mais,

e vivessem melhor.
Quando você está angustiado, precisa de um amigo.
Muitas mulheres nunca tiveram isso. Por isso tantas se mataram.
Anteontem à noite, ela assistira a uma pré-estreia da peça em Paraty,
e ficara ela mesma abalada. Tanto que, depois, quando andava pela cidade,
um policial veio lhe perguntar se estava tudo bem.
- Mas o importante não é só o choro - disse.
- O choro é importante, porque lava a alma.
Mas há uma postura muito segura, de encarar isso apenas como histórias tristes que aconteceram com algumas mulheres na China.
Acho que, como elas, as mulheres do Brasil também precisam dessa atenção.
Mais do que fazer as pessoas chorar, temos que fazê-las pensar.
Fazendo as vezes de tradutor do encontro, Porchat,
que além de autor é diretor da peça,
respondeu que ela não era apenas um espetáculo,

mas tinha uma intenção política.
A produção, contou, está combinando apresentações seguidas de debates para associações de mulheres vítimas de violência.

Além de tentar explicar como entende seu trabalho,
Xinran quis saber das atrizes da peça quais histórias

eram mais importantes para elas.
- Quando eu estava lendo seu outro livro, "Enterro celestial",
eu ficava chorando tanto que meu marido falou para eu parar de ler -

riu Regina Gutman, que faz um dos cinco monólogos da peça.
Depois de ouvir as atrizes,
Xinran disse que pretendia ir ao Rio para acompanhar os ensaios
e conversar ainda mais sobre as histórias e a China.
Em seguida, disse que precisava das medidas do elenco,
porque pretendia ajudar com o figurino,
e sugeriu algumas mudanças na trilha musical.
- Cometemos algum erro na música? - Porchat perguntou.
- Acho que sim, pequenos, mas é inevitável.
Vocês não têm como conhecer minuciosamente a China,
assim como eu venho ao Brasil com uma imagem do país,
mas na verdade existem vários países dentro do Brasil - Xinran respondeu.
Ela prometeu também álbums de fotos da China:
- Estudando as imagens vocês podem aprender detalhes

sobre a postura corporal das mulheres chinesas.
Diferenças de classe. Como os ombros de uma mulher bem educada,
por exemplo, são diferentes dos de uma mulher do campo.
Porchat conta que leu o livro de Xinran há dois anos,

mas quem teve a ideia de transformá-lo numa peça foi sua mulher,
Patrícia Vasquez, que faz parte do elenco.
- Imediatamente comecei a pensar em quem chamar, como montar.
Nos meses seguintes escrevi os cinco monólogos,
partindo sempre dos enredos da Xinran.
Discuti os textos com o enredo e quanto eles estavam prontos
enviei uma versão em chinês para ela.
Mas ela nunca respondeu esse email e eu comecei a ficar preocupado,
achando que ela tinha odiado.
Quando nos encontramos aqui em Paraty, foi um alívio enorme".

(Miguel Conde, de Paraty)




Que mitos, meu amor, entre os lençóis:
O que tu pensas gozo é tão finito
E o que pensas amor é muito mais.
Como cobrir-te de pássaros e plumas
E ao mesmo tempo te dizer adeus
Porque imperfeito és carne e perecível
E o que eu desejo é luz e imaterial.“(Hilda Hilst)

TODAS AS HISTÓRIAS SE PARECEM!

SOPHIE CALLE E GREGOIRE BOUILLIER
Outra mesa muito interessante na FLIP, digo mesmo inusitada,
foi a que trouxe os dois autores acima.
"Na primeira vez que os ex-namorados Sophie Calle e Grégoire Bouillier
se encontraram em público depois do fim do relacionamento,
a conversa entre os dois se concetrou na antiga relação
e na maneira como ambos reagiram ao rompimento.
Ambos responderam de maneira diferente à pergunta
sobre se a vida mudou depois que Sophie transformou a carta de separação em obra de arte. Grégoire disse “não”, Sophie, “sim”.
A separação resultou de um e-mail enviado por Grégoire.
Confusa com as palavras evasivas do namorado,
Calle decidiu mandar a carta para 107 mulheres interpretarem o que ele realmente quis dizer.
A artista escolheu mulheres de 107 profissões diferentes: revisora, cantora, atriz, bailarina, psicanalista, jornalista. “Não convidei nenhuma artista.
Nesse trabalho, a artista sou eu.” O resultado é o trabalho Prenez soin de vous (Cuide-se),
que recebeu como título as últimas palavras da carta.
Indagado pela plateia sobre por que tratou Sophie formalmente (por “vous” e não por “tu”), Grégoire disse que é assim que trata as mulheres que ama.
Sophie, por sua vez, disse que também trata assim os homens com quem se deita.
Os dois discordaram sobre a maneira que a relação terminou, mas concordaram sobre a qualidade das obras artísticas que falam do namoro: Prenez soin de vous,
e o livro O convidado surpresa, de Grégoire.
“Não concordo com o procedimento de Sophie, mas o resultado é incrível”, disse ele.
“O e-mail era de alguém que decide ir embora, mas não sabe como dizer isso”,
retrucou Sophie. “Mas não se tratava de vingança, mas um projeto artístico”.
Ao final, reconciliação pública pela arte e pela palavra". (Blog da FLIP)


Prenez soin de vous
(E-mail de Gregoire a Sophie)
Sophie,
Há algum tempo venho querendo lhe escrever e responder ao seu último e-mail.
Ao mesmo tempo, me pareceria melhor conversar com você
e dizer o que tenho a dizer de viva voz.
Mas pelo menos será por escrito.
Como você pôde ver, não tenho estado bem ultimamente.
É como se não me reconhecesse na minha própria existência.
Uma espécie de angústia terrível, contra a qual não posso fazer grande coisa,
senão seguir adiante para tentar superá-la, como sempre fiz.
Quando nos conhecemos, você impôs uma condição: não ser a “quarta”.
Eu mantive o meu compromisso: há meses deixei de ver as “outras”,
não achando obviamente um meio de vê-las, sem fazer de você uma delas.
Achei que isso bastasse; achei que amar você e o seu amor seriam suficientes para que a angústia que me faz sempre querer buscar outros horizontes e me impede de ser tranquilo e, sem dúvida, de ser simplesmente feliz e “generoso”,
se aquietasse com o seu contato e na certeza de que o amor que você tem por mim foi o mais benéfico para mim,
o mais benéfico que jamais tive, você sabe disso.
Achei que a escrita seria um remédio, que meu “desassossego” se dissolveria nela para encontrar você. Mas não. Estou pior ainda; não tenho condições sequer de lhe explicar o estado em que me encontro. Então, esta semana, comecei a procurar as “outras”.
E sei bem o que isso significa para mim e em que tipo de ciclo estou entrando.
Jamais menti para você e não é agora que vou começar.
Houve uma outra regra que você impôs no início de nossa história:
no dia em que deixássemos de ser amantes, seria inconcebível para você me ver novamente. Você sabe que essa imposição me parece desastrosa, injusta (já que você ainda vê B., R.,…) e compreensível (obviamente…); com isso, jamais poderia me tornar seu amigo.
Mas hoje, você pode avaliar a importância da minha decisão,
uma vez que estou disposto a me curvar diante da sua vontade,
pois deixar de ver você e de falar com você, de apreender o seu olhar sobre as coisas e os seres e a doçura com a qual você me trata são coisas das quais sentirei uma saudade infinita.
Aconteça o que acontecer, saiba que nunca deixarei de amar você da maneira que sempre amei desde que nos conhecemos, e esse amor se estenderá em mim e, tenho certeza, jamais morrerá. Mas hoje, seria a pior das farsas manter uma situação que você sabe tão bem quanto eu ter se tornado irremediável, mesmo com todo o amor que sentimos um pelo outro.
E é justamente esse amor que me obriga a ser honesto com você mais uma vez,
como última prova do que houve entre nós e que permanecerá único.
Gostaria que as coisas tivessem tomado um rumo diferente. Cuide de você.

Sucesso em Paris, Nova York e Veneza, o Ano da França no Brasil trouxe para São Paulo a exposição “Cuide de Você” (“Prenez soin de vous”) da artista conceitual, jornalista e fotógrafa francesa Sophie Calle, que transformou o fim de um romance em arte.
O mote da exposição foi o e-mail rompendo a relação.
Sophie Calle diz “É mais fácil realizar um projeto quando sofremos do que quando estamos felizes. Não sei o que prefiro: se é estar feliz com um homem ou fazer uma boa exposição”.
Em Salvador, a mostra será exposta no Museu de Arte Moderna da Bahia, de 22 de setembro a 22 de novembro








Mirante do Leme, RJ






RIO DE JANEIRO - ESTRÉIA 05.07.2009
O Rio nos esperava na volta de Paraty.
Difícil pensar que a beleza de Paraty e os dias cheios de calma e poesia
Poderiam ter tão forte concorrente!
Assim foram os dias no Rio de Janeiro,
de muito acolhimento e carinho,
como se estivéssem0s em casa.

Karla e Lilinha, "hospedeiras" maravilhosas,
amantes do Rio, e por isso também, excelentes anfitriães.
Somente o sentimento de amor nos faz tão inteiras no que fazemos.
Obrigada meninas, por nos fazerem ver o RIO,
"CIDADE MARAVILHOSA", ainda.
O Rio é lindo e continuará lindo, sempre!
Continua em mim o deslumbramento com a cidade,
os recortes da baía da Guanabara, e os morros que sobem e descem,
como se ao longe ouvíssemos Tom, Vinicius, Garota de Ipenema, Copacabana;
Também o mar e o luar dos mais belos que já ví.
Confiram os momentos maravilhosos e as ótimas companhias, é claro!





Galeão.














Karla, Carmen, Lilinha,
Tania e Milu.












COPACABANA, princesinha do mar!















IPANEMA e as "GAROTAS".





Envolví Drumond com meu sobretudo
e dei-lhe a ternura que sentí ao ler seus poemas.
Ouví que será ele o homenageado da próxima Flip.












João, Carmen e Milú,
encontro luso, com certeza!













Carla levou-nos para ver
"O Estrangeiro" com seu amigo Guilherme Leme.
Beleza de espetáculo e interpretação.
Texto Albert Camus /direção Vera Holtz










Lagoa Rodrigo de Freitas,
um lugar para se estar.












Na praia vermelha,
o luar desenhava o maior espetáculo da natureza.
















Ao observar a lua,
momentos de solidão e tristeza!













Até breve Rio!